São Paulo.
Sábado, dia 09 de março de 2013.
Reunimos-nos com um sentimento em comum: a indignação – em parceira com a raiva, o ódio e o medo (que meus Deuses me perdoem).
Por quê? Bom, porque, há dois dias (07) foi eleito como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o pastor Marco Feliciano, do Partido Social Cristão. O mesmo pastor que, publicamente, fez declarações racistas e homofóbicas (alegando a sua fé). O mesmo pastor que criou polêmica ao aparecer em um vídeo pedindo a senha do cartão de crédito de um fiel e dizendo que, se o fiel não desse a senha, depois não adiantaria reclamar se o milagre não acontecesse (vídeo). O pastor que disse, depois de ter sido eleito, que na sua comissão irá tratar negros e gays como se fossem pessoas normais. Como se fossem pessoas normais. Mas tudo isso vocês já sabem. Tudo isso já foi dito.Então, vou falar sobre o que vocês não sabem. Nós estamos aqui. E aí. E lá. Por todo o lado (em mais de 10 cidades no Brasil, em Londres, em Nova York). Nós estamos gritando. E nós não somos poucos (eu estava lá, e garanto que foram mais do que as 2 mil pessoas que a mídia alegou). Nós somos muitos e, mesmo assim, somos um só. E entendam que, nós, continuaremos aqui (e ali). Gritando! Até sermos ouvidos. Até eles ficarem surdos. Então, obrigado, meus caros militantes. Muito obrigado.







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